Perguntas Frequentes e Respostas do Especialista


Obsessões e Fobias

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Adolescência

 

Pergunta: Por favor me ajude, tenho 11 anos e meu namorado disse para minha prima que não me ama e além de tudo eu ainda amo ele. O que faço? Por favor me ajude, sou muito nova ainda e é a segunda vez que nós nos desentendemos. Ele ainda é o amor da minha vida, por favor fale com ele também porque eu não sei o que fiz: vou enviar o email dele.

Resposta: Realmente você é muito novinha, mas o melhor é você viver seu amor com naturalidade e sem ansiedade. Fale com ele e tente reconquistá-lo, você tem uma vida inteira pela frente. Tenha calma, não apresse as coisas. Tudo tem seu devido tempo e essas experiências são parte do crescimento na adolescência. Procure não queimar as etapas.

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Ansiedade

 

Pergunta: Ainda não consigo acreditar no que aconteceu... todos os dias acordo pensando que foi só um pesadelo e que está tudo bem. Mas 1 segundo depois caio em mim e sinto um enorme vazio. A minha filha faleceu. No dia 29 de Novembro deixei de sentir a minha filha mexer, mas pensei "já estou com 39 semanas, ela já está muito grande para se mexer tanto num espaço tão reduzido... fiquei preocupada. No dia seguinte fui para a maternidade saber se estava tudo bem com a minha filhota, foi quando o meu médico verificou, através da ecografia, que ela tinha falecido. Eu não acreditei, não era possível, só faltava 1 semana para ela nascer. Após o choque os médicos disseram que iam provocar o parto para a minha filha nascer de parto normal. Tive um parto igual a qualquer outra pessoa, mas no final de tanto sofrimento a minha filha não me pertencia. A minha filha faleceu com uma circular apertada no pescoço. Se me provocassem o parto um dia antes de a deixar de sentir, ela estava nos meus braços. A dor é imensa tanto para mim como para o meu marido e cada dia que passa é cada vez pior. o que posso fazer para acabar com esta dor? preciso de ajuda

Resposta: Imagino o seu sofrimento, a sua dor, o seu desgosto, junto com uma série de sentimentos tristes.

Você precisa fazer o luto e isso vai levar o seu tempo.

Entretanto procure pensar positivamente: se a sua gravidez não deu certo, não é culpa sua. Esses casos acontecem como acontece um acidente. E é por isso que queremos voltar atrás um minuto para remediar mas não podemos.Precisamos aceitar o facto e talvez seja melhor assim,  talvez não era a hora certa para essa  criança vir ao mundo.

O que você precisa é tentar ultrapassar essa triste experiência, dar um tempo para se recuperar física e psicologicamente dessa gravidez e começar a pensar na próxima que certamente correrá bem.

Confie em si própria, pense positivo e verá que encontrará forças para ultrapassar e coragem para voltar a sorrir.

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Pergunta: Pedindo desculpas pela indelicada posição de ser homem e questionar sobre meu estar num espaço reservado a mulheres.

Venho dirigir-me desta forma pedir pequena orientação ao que sinto desde pequeno e que tem sido mais constante. Desde pequeno, sinais de ansiedade se verificavam, assim como medos, e demais afastava-me das pessoas. hoje apesar de cada vez conter e aprender com mais rapidez diversas informações, a verdade é que as gero com confusão em dias menos bons. Adormeço bem mas é uma constante ser interrompido no sono por alguém não consigo aguentar-me no emprego em mais de 1 ano por via de faltas por doença ou insucesso. Tenho stress constante mesmo que nada para fazer. Sinto-me bem quando consigo efeito inédito.

Muitas vezes expludo em família, ou seja com a minha mulher, filha ou ....sogra por tantos erros que se advinham.

Sinto tristeza, desanimo, farto, a cabeça a ser puxada para trás, fobia a luz e ataques de pânico tipo falta de ar

(asma).

Ideias, pensamentos suicidas ou desejo da destruição da Terra

não acredito em Deus nem o resto do plantel

odeio este mundo falso

odeio viver neleodeio a sogra....

estou farto que minha mulher não meta juízo ou alguma pratica na vida dela...limita-se ao mesmo desde que saiu da mãe e já tem 35 anos e continua pendente dela e ou de outros.

só não conto meu passado, porque ele só existiu enquanto minha mãe estava por perto....e meus irmãos.

Resposta: A sua carta parece mais um protesto.

Está zangado , com tudo e com todos e principalmente consigo próprio.

Nem sempre as coisas na vida são como nós queremos mas só lamentar e odiar não adianta, mas segundo William James, a maior descoberta da humanidade é que qualquer pessoa pode mudar de vida, mudando de atitude. Talvez por isso a famosa Prece da Serenidade seja tão dogmática: mudar as coisas que podem ser mudadas, aceitar as que não podem, e ter a sabedoria para perceber a diferença entre as duas.Para isso é preciso tolerância e muita paciência. É preciso também flexibilidade. Mas é preciso fundamentalmente ter um pensamento positivo e energia para procurar as mudanças.

Fazer  uma psicoterapia seria a melhor solução para se conhecer melhor, conviver e superar os bloqueios e ansiedade e poder recriar novos rumos de vida mais saudáveis.

Confie em si próprio e na sua intuição e sensibilidade para decidir com sabedoria e maturidade.

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Anorexia e Bulimia

Pergunta: O meu nome é Márcia, tenho 24 e sou de Leiria! Sei que tenho bulimia mas nunca fiz nenhum tratamento, as únicas consultas de distúrbios alimentares são nos hospitais de Coimbra, Lisboa, Porto e Braga, para mim é muito longe e para além disso exigem uma credencial do médico de família a quem eu não quero contar o meu problema. A única pessoa que sabe é o meu namorado que está disposto a ajudar-me, eu também estou disposta a tratar-me, o problema é que não sei se hei-de procurar um nutricionista, psicólogo ou psiquiatra? Qual o especialista que devo procurar? Existe alguma coisa que eu própria possa fazer para evitar/controlar os meus impulsos?
Obrigada pela atenção, aguardo resposta

Resposta: Cara Márcia, não precisa sentir vergonha, mas precisa procurar ajuda para que a situação não se cristalize e para que possa superar esse problema.
O profissional mais indicado é o psicólogo que a ajudará a se conhecer melhor e a perceber qual é o afecto que procura preencher com a ingestão de alimentos.
Fale com seu médico de família e procure uma ajuda o quanto antes.

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Ataques de Pânico

 

Pergunta: Há já vários anos que sofro de fobias e estados de pânico.
Já corri uma série de psiquiatras, psicólogos, psicanalistas e até neurologistas. A única coisa que me aconselharam foi o auto controle e uma série de medicamentos(ansiolíticos e anti depressivos). Até à presente data não surtiramqualquer efeito e de há 2 anos para cá estou pior. Não consigo fazer uma vida dita "normal", porque "estou impedida" de fazer certas coisas. A minha questão é: conhecem alguém especialista em tratamentos destas
situações?
Também já me constou que a hipnoterapia é uma mais valia nestes casos.
Gostaria de saber a vossa opinião e se sim a quem devo recorrer. Obrigado
Aguardando resposta

Resposta: Esses episódios de pânico, provavelmente, estão relacionados com algum trauma do passado que lhe provoca stress, ansiedade ou insegurança.

Quanto a hipnose talvez possa funcionar parcialmente em alguns casos, mas limita o problema ao nível do inconsciente, enquanto a psicoterapia trará seus bloqueios para  a consciência e assim haverá a possibilidade se serem superados.

De qualquer maneira quando acontecem procure respirar normalmente, pensar em algo positivo e tente manter a atenção num objecto qualquer que não lhe cause nenhum sentimento de stress, como por exemplo: um vaso, um livro, uma lâmpada, uma flor, etc.

Lembre-se que não há nada de milagroso, mas somente o árduo trabalho de análise, de auto-conhecimento e de resolução dos bloqueios inconscientes que deve ser feito junto com um psicanalista.
Não se deixe levar pelo medo, use a sua energia interior para reagir sempre com pensamento positivo e confiança em si própria.

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Pergunta: Boa tarde o meu nome é Sonia o sofro do Síndrome de Pânico. Neste momento estou a ser acompanhada por um psiquiatra e estou a ser medicada, estive de baixa e á cerca de 2 dias regressei ao trabalho no trajecto de regresso a casa como acho que seja normal nos primeiros dias continuava com um certo medo mas nada como antes de tomar a medicação que por sinal a habituação foi muito complicada. Neste momento não tenho medo de morrer nem penso nisso, mas sei que tudo isto se deve à medicação e que a doença está cá. A minha pergunta é se o psiquiatra é a melhor pessoa para me acompanhar? É que tenho 24 anos e não quero depender destes medicamentos para o resto da vida, sei que o S.O.S que me receitaram tem de andar sempre comigo. Mas qual a melhor solução para mim? O psiquiatra ou psicólogo? Também já me falaram em hipnose não sei até que ponto é viável.
Agradecia uma resposta em breve. Um muito obrigado

Resposta: Cara Sónia,
esses episódios de pânico, provavelmente, estão relacionados com alguma coisa que lhe provoca stress, ansiedade ou insegurança.

A teoria psicanalítica afirma que as crises de pânico se originam do escape de processos mentais inconscientes até então reprimidos. Quando existe no inconsciente um processo como uma ideia, ou um desejo, ou uma emoção com o qual o indivíduo não consegue lidar, as estruturas mentais trabalham de forma a manter esse processo fora da consciência do indivíduo. Contudo quando o processo é muito forte ou quando os mecanismos de defesa enfraquecem, os processos reprimidos podem surgir "desautorizadamente" na consciência do indivíduo pela crise de pânico. A mente nesse caso trabalha no sentido de mascarar a crise de tal forma que o indivíduo continue sem perceber conscientemente o que de fato está acontecendo consigo.
Para superar esses ataques precisaria fazer uma psicoterapia com um psicólogo que a ajude a perceber a origem dos seus sintomas e ao mesmo tempo "treinar" para poder conviver da melhor maneira quando acontecem.

A psicoterapia é um privilégio e uma ajuda para que a pessoa se conheça melhor e possa assim viver psicologicamente mais saudável e sem bloqueios paralisantes.

Quanto à hipnose talvez possa funcionar parcialmente em alguns casos, mas limita o problema ao nível do inconsciente, enquanto a psicoterapia resolverá seus bloqueios na consciência.com maior possibilidade de serem superados.

De qualquer maneira quando acontecem procure respirar normalmente, pensar em algo positivo e tente manter a atenção num objecto qualquer que não lhe cause nenhum sentimento de stress, como por exemplo: um vaso, um livro, uma lâmpada, uma flor, etc. Deve seguir o tratamento do seu psiquiatra e procurar levar sua vida normal.
Confie em si própria, não se deixe levar pelo medo, use a sua energia interior para reagir com pensamento positivo.

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Pergunta: Tenho 30 anos e há cerca de quatro anos sofri de uma depressão, tendo sido medicada durante o período em que fui tratada. Já se passaram dois anos desde que dei por terminado o tratamento, mas há poucos meses senti o que julgo ser Ataques de Pânico. No início pensei tratar-se de quebras de tensão, visto ter princípios de desmaio, tonturas, formigueiro nas pernas e tremuras. No entanto, como sentia palpitações muito fortes, acabei por excluir essa hipótese. Recentemente tenho sofrido novamente dos mesmos sintomas.

Será que se tratam realmente de ataques de pânico? O que poderei fazer para os evitar ou atenuar no momento em que os sinto, sem recurso a medicamentos? Deverei pôr em causa uma possível nova depressão? Grata pela atenção

Resposta: A psicoterapia é o melhor caminho para o tratamento da sua problemática. A prática de yoga e/ou meditação podem aliviar a ansiedade e ser uma ajuda em relação aos ataques de pânico.
Outra terapêutica aconselhável é a pratica de exercícios físicos para aliviar a tensão e diminuir a ansiedade. Procure gostar de si e viver a vida com naturalidade e espontaneidade sem medo de falhar. Fique bem

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Ciúme

 

Pergunta: Tenho somente 7 meses de casada. Moramos fora do Pais onde tudo parece ser diferente, mas não é, temos amigos e família como se estivéssemos no Brasil.

Essa semana aconteceu que um dos amigos do meu esposo ligou pra avisar e perguntar se ele teria visto o site porno em que ele achara uma conhecida no filme.

Difícil te explicar minha reacção, somos duas pessoas ciumentas, porem ele mais controlado. Claro que pra mim foi muito mais difícil lidar com a situação e sempre vai ser.

Mas tenho buscado melhorar cada vez mais pra que eu não seja aquela “mulherzinha chata” sabe.O que fazer quando os amigos ligam? O que fazer numa situação dessas?

Qual seria a reacção certa? Nao queria demonstrar esse ciúmes pra ele. Seria certo dar o troco de alguma forma para que a raiva passe e me sinta melhor?

Resposta: Não existe reacção certa ou errada, mas a reacção possível. No entanto pode melhorar a sua confiança, confiança em si, no seu esposo e na vossa relação que, se existe amor, não será abalada por nenhuma curiosidade e nem por ver algo mais ousado.

É não levar a mal, pois só se trata de curiosidade natural. Nada de vinganças, pois só prejudicarão e perturbarão a relação.

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Dependência e abusos

 

Pergunta: Chamo-me Joana e tenho 29 anos.
Tenho uma irmã mais velha que no dia 23-1-2007, quando regressava da sua caminhada diária foi abordada pelo um senhor que a roubou e violou. Foi e continua a ser um trauma para a família, principalmente para o marido e filhas e para mim também. Não penso noutra coisa, nesse mesmo dia quando ela me contou o sucedido só de pensar no que o tal "senhor" lhe fez até vomitei. Não está a ser uma situação fácil, só quem passa por ela é que sabe dar o valor.
A nível psicológico é um trauma. A minha pergunta é: O que poderei fazer para a ajudar a ultrapassar esta situação? E eu? Não penso noutra coisa

Resposta: Para superar esse trauma convém que ela possa falar com uma especialista, para poder exteriorizar a experiência e as emoções sentidas de maneira a que aja uma integração consciente da experiência de uma maneira positiva sem culpas e se recriminações. Não é fácil mas aos poucos superará.

 

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Depressão

Pergunta: olá bom dia. toco música e há uns 5 anos que já tenho depressão. quero saber se a sensação de vazio que costumo ter dentro de mim poderá tornar-se uma sensação de cheio se largar o zoloft? Esta sensação de vazio melhora na primavera e chega a ficar mesmo boa no Verão será que tem também haver com eu tomar Zoloft?
obrigado. Marisa

Resposta: Cara Marisa,
pelo contrário , o Zoloft só ajuda a normalizar o seu humor. Porque não faz uma psicoterapia juntamente com a medicação para superar esses seus sentimentos de tristeza e desânimo? A psicoterapia poderá ajudá-la a se conhecer melhor, a mudar algumas crenças erradas ou bloqueios e a encontrar uma maior estabilidade interna.
A psicoterapia deve ser considerada um privilégio pois proporciona um crescimento pessoal. Procure confiar em si própria, na sua força interior e invista na sua saúde e bem–estar.

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Infidelidade

 

Pergunta: Meu marido me traiu. Tentei lhe perdoar mas tem sido muito difícil esquecer
Tudo o que passou. Não consigo tirar isso da cabeça e estou sempre a pensar se realmente essa relação acabou.

Resposta: Precisa dar tempo ao tempo, embora conscientemente queira perdoar, o seu inconsciente se rebela e não consegue esquecer. Procure descontrair, confie em si própria e deixe as coisas acontecerem naturalmente sem forçar uma atitude da sua parte.

Entretanto tente investir na vossa relação, afinal é consigo que ele está e isso pode ter sido um momento de fraqueza e de auto afirmação

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Morte

Pergunta: Tenho 36 anos e gostaria de saber o que tenho de fazer para não me sentir tão triste e sozinha e desesperada por coisas que não tenho. Sinto-me abandonada só penso na morte. Se puder me responder agradecia.

Resposta: Porque não começa a pensar na vida? Pense nas inúmeras coisas que pode fazer. Porque não pensa em iniciar uma nova actividade? Um trabalho, um estudo, que a compense e que a gratifique?

O que sente é uma desesperança que perturba e que tira a vontade de viver e faz morrer lentamente. É seu dever tentar enfrentá-la e reverte-la para poder sentir orgulho de si própria e se sentir feliz.

A vida pode ser ás vezes difícil mas para tudo tem remédio e a cura está dentro de si: é a sua força interior.

Confie em si e na sua vida futura!

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Psicoterapia

 

Pergunta: Tenho 26 anos e venho a tratar uma depressão desde os 21... melhorei bastante a ponto de deixar o tratamento (aos 25 anos), no entanto ao ir para estágio voltei a recair bastante pois fui como q uma bola nas mãos da minhas colegas de estagio, q tanto me chutavam, como espezinhavam, e eu sempre a tentar fazer tudo para lhes provar q era boa pessoa... voltei a tomar fluoxetina (ratiopharm) e alpazolam (sou epiléptica). agora as coisas não melhoraram nada, pois apesar de me esforçar bastante não arranjo emprego... a minha pergunta é: continuo a sentir-me muito diferente em termos inferiores às minhas colegas, porqueq elas estão bem, e eu, apesar de tudo, não consigo melhorar a minha vida... comparo-me constantemente, e não dou valor a nenhum nível a mim mesma... também não tenho uma amiga que me ouça, nem namorado, irmão... e as coisas tornam-se muito difíceis, pois tenho lutado contra tudo sempre sozinha... mas não aguento mais... o que devo fazer? É que só me apetece fugir das pessoas para não me comparar, torturar, sacrificar mais a mim mesma... obrigada

Resposta: Cara Célia,

Parece que o seu problema é de baixa auto-estima o que a prejudica e a bloqueia nas suas actividade no trabalho e na vida do dia a dia.

Penso que seria muito benéfica para si uma psicoterapia para que possa se conhecer melhor e perceber quais são os bloqueios que impedem o seu pleno desenvolvimento psicológico. Seria benéfico se fizesse uma psicoterapia breve dinâmica, que é uma psicoterapia focalizada, que poderá ajudar em como enfrentar situações de conflito, a adquirir maior consciência dos seus problemas e dificuldades e a recuperar a auto-estima. Espera-se assim obter resultados mais rápidos e eficazes.

Enfrente sempre os problemas com calma, um a um. E não deixe de tomar os remédios pois eles são necessários e a suspensão brusca pode ser muito prejudicial. Espero ter esclarecido as suas dúvidas. Fique bem

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Pergunta: Eu me cortava e amava fazer isso, eu parei, acho que, porque me sentia com vergonha quando as pessoas viam minhas feridas, apesar de eu me cortar também em lugares como perna que não dá pra ver, num lembro direito porque eu parei, talvez pelos meus amigos que ficavam tristes. Fiquei muito tempo sem me cortar, acho que uns 4 ou 5 meses, mas agora estou voltando a me cortar de novo, não dou mais valor pra minha vida, acredito que se eu morresse amanhã não fosse fazer diferença pra mim. Não que eu vá causar minha morte, mas admito que já pensei nisso. Mesmo não me cortando sempre como antes, levo minhas giletes pra todo lugar que vou. eu quero parar, mas não consigo.
Não me sinto nem um pouco a vontade pra falar isso com meus amigos, e muito menos com meus pais, e eles só desesperariam e ia ser pior. Então é isso, eu quero parar, esses dias estão horríveis, eu fico me segurando, mas não consigo, amanhã é meu aniversário, 17 anos. Por favor me responda logo.

Resposta: A urgência em se cortar é subjacente a um mal-estar mais profundo que fica assim visível. É a procura de um alívio à uma dor psíquica interna e traz uma “espécie” de alívio, é uma maneira usada para exteriorizar a própria dor.

Você prefere sentir uma dor física para não sentir uma dor psíquica mais profunda e dolorosa.

O que faz não resolve o seu sentimento interior e só piora os sintomas.

Para poder melhorar precisa:

Não se isolar, mas falar com alguém que confia assim como os seus pais, que certamente a entenderão e procurar ajuda de um especialista: psicóloga/o o quanto antes. A sua dor interior tem cura.

Entretanto nos momentos em que se manifesta a crise aguda procure:

Desenvolver essa mesma actividade mas voltada a um objecto externo , assim como apertar, bater em algo macio, para descarregar o seu -estar e a zanga.
Saia imediatamente de casa.
Exprima o mal-estar e a zanga em formas artísticas como por exemplo pintar e desenhar.

E principalmente não deve sentir vergonha em admitir que se corta por medo de não ser compreendida, de ser considerada negativamente ou de ser considerada”louca”. Não há motivo para se julgar assim, você não é “louca” e esse é um fenómeno muito mais comum do que possamos imaginar.
Tente reagir com força e coragem assim como escreveu aqui fale com os seus, desabafe e procure ajuda.

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Relacionamento

Pergunta: Boa Noite. Ando com uma pergunta constante na minha cabeça que talvez me consigam responder.
Eu em relação aos homens quando vejo que eles estão interessados em mim faço de tudo para os ter, mas quando os tenho deixam de me agradar, até os beijos me fazem confusão.
Porque tenho esta reacção?
Muito obrigada

Resposta: Provavelmnte é porque não gosta deles e os conquista somente para fomentar seu narcisismo e para certificar-se de seu poder de sedução. Procure ser autêntica e gostar de si própria.


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Pergunta: Oi, não sei que se passa comigo. Para além do facto de não conseguir dormir bem, serem umas 4 da manhã e eu estar acordado, tenho um problema maior que ja arruinou meu casamento. Sou mentiroso compulsivo por vezes, e por vezes sinto-me muito alegre, mas depois e sem saber porque, fico com uma raiva interior contra mim mesmo, ou mesmo contra os outros, sinto vontade simples e obsessiva para explodir e
sem saber o porquê.
Por vezes trato mesmo mal quem mais amo, sem ter consciência de tal acto.Isto levou mesmo a destruição de meu casamento e nem sei como reparar tal facto.

Amo muito minha esposa e perdi-a. Perdi o que melhor tinha da vida, agora sinto dentro de mim um vazio enorme, e preciso imenso de ajuda, pois não sei como lidar com isto que me consome dia a dia.
Sim, dia a dia, pois todos os dias posso estar bem e de repente parece, para quem vê, que viro outra pessoa, rude e destruidora. Já dei comigo, como se tivesse acordado de repente, a dar socos na parede sem saber o porquê e de repente e tendo consciência disso, começo-me a rir ou fico eufórico, ou fico, em vez de raiva, passa para um estado de depressão e tristeza para comigo mesmo.

Outra coisa que nunca entendi, é porque não consigo dormir de noite e de dia num lado qualquer sinto uma vontade incontrolável de dormir?
Não sei o que fazer, por isso, por favor ajudei-me, não sei a quem recorrer e ninguém parece me entender, nem mesmo a médica de família.
Por favor! Vossa ajuda será lembrada.
Sem mais;

Resposta: Porque não procura fazer uma psicoterapia? Parece que está perdido, com necessidade de se encontrar, de se conhecer melhor e de definir um projecto para sua vida.
Pense nisso. Entretanto procure aumentar seu círculo de amigas e amigos, dedique-se à si próprio: faça exercícios físicos, caminhadas, dedique-se ao trabalho e principalmente confie em si próprio. Procure não desanimar e tente gostar de si e de melhorar o que não gosta de si. Tente levar o tempo presente com serenidade e atitudes positivas.


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Pergunta: Boa Tarde, estou a passar um momento muito difícil pois o meu marido abandonou-nos na noite de Natal e foi para o exterior com uma mulher...Tenho uma filha com 16 anos que é tudo para mim...Estive casada 21 anos...eu tinha 19 e ele 18...Sinto muito a falta dele pois ainda o amo e vou continuar a amar...não quero mais ninguém...fiz tudo para lhe agradar...não lhe faltava nada...fui mulher, amante, amiga, mãe, confidente, companheira em todos os momentos bons e maus...se não tivesse a minha filha a vida já não tinha significado para mim...mas é muito difícil ficar sozinha assim de repente, sem estar à espera...como posso fazer a minha filha feliz se eu não estou feliz???nem nunca mais vou ser feliz...sempre pedi a Deus que me deixasse ser feliz com o meu marido e com a minha filha...e nós fomos muito felizes os três...tenho muitas saudades de tudo o que vivemos juntos...sinto-me muito sozinha...não tenho mãe...o meu pai está num lar...a família está longe e pouco preocupada se estou bem ou mal...não sei se consigo ter forças para acompanhar a minha filha e ela precisa muito de mim...eu queria ficar bem para poder apoiá-la no curso e em tudo mas há alturas em que só me apetece chorar e sinto-me muito perdida e não sei se vou conseguir aguentar viver assim sem o único amor da minha vida...Se puderem ajudar-me obrigada...

Resposta: Precisa de força e coragem. É tudo ainda muito recente e é normal que sinta muita falta de seu marido e que esteja triste, mas o tempo cura e verá que voltará em breve a sentir-se melhor, mais animada e conseguirá reconstruir a sua vida. Ainda é jovem e tem uma vida pela frente e uma filha para criar que precisa de si. Procure fazer coisas novas que lhe dêem prazer: curso, trabalho, leituras, ginástica, frequente as amigas, etc. Não desanime, tente ajudar-se verá que vai conseguir com paciência, calma, serenidade e criatividade.

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Pergunta: Preciso muito da sua orientação. Tenho 28 anos e uma relação com um homem casado de 48 anos.

Nunca aceitei ser amante, porque quero me casar, ter filhos ou não ( sou mãe solteira e ele é pai também. )Nossa vida se tornou um inferno porque desde 2009 era para estarmos juntos a seguir o Natal, entretanto já passei o segundo Natal, Reveillon, aniversario dele, Páscoa, carnaval, ferias de verão... Tudo sem sua presença, completamente solitária e triste em casa. E ele sempre de ferias na praia em festa com a família. No ultimo verão que viajaram eu não aguentei e terminei tudo. Disse que ele só me colocava os olhos em cima quando estivesse livre! Eu já estava sofrendo muito, pq sou brasileira, não tenho amigos, família e trabalho. Porque por ele deixei de trabalhar. Ele insistia em me ligar e acabou por decidir se separar nessas ferias, era a única forma dele estar comigo. Porque me atormentava a cabeça saber que ele vivia em casa com outra que não eu. E eu não sei dividir o homem que amo. Ele sempre me prometeu que nunca esteve com ela ou a beijou sequer enquanto estivemos juntos. Entretanto mesmo depois desses meses todos separado vivendo num hotel, ele não experimentou me namorar de verdade! Ir ao cinema, jantar fora, sair para dançar, viajar.... Nem no dia do seu aniversario ele teve 5 min para estar comigo. Porque não quis.... Passou o Reveillon dentro de casa sem qualquer abraço nela, mas não veio estar comigo. Isso tudo com ele morando fora de casa. São detalhes que nunca consegui compreender. Porque ele escolhia enfiar em casa dela uma vez que vivia fora de lá e poderia aproveitar para estar comigo. a minha dor foi aumentando, deixei de acreditar e confiar nele. E disse que era para ele seguir a vida dele e encontrar uma resposta. Ele me disse que se pra chegar a essa resposta tivesse que estar com a mulher e voltar pra casa o faria, mas só me contava caso batesse a minha porta para ficar comigo um dia. E deixamos de nos ver, eu confusa pq quem sabe e tem certeza dos seus sentimentos como ele sempre disse que era a mim que amava, e que a questão era os dois filho pequenos, nao precisa passar por uma noite de sexo para decidir. Isso pra mim soou como ele era divido entre mim e ela. O que ele sempre negou. Minha dor Dra é que depois de um mês inteiro sem o ver, com muita insistência dele para estar comigo e por medo de perde-lo junto as saudades e paixão que é forte, fomos almoçar juntos. Fizemos amor a segui e foi lindo! E apenas 2 dias a seguir ele volta pra casa. Pq? Pra que? Poderia ter voltado sem se encontrar comigo. Pior foi que ele depois que voltou poderia experimentar o que lhe apetecesse no casamento para chegar a uma resposta, como havia combinado comigo. Sem que eu soubesse nada, mas se a resposta fosse ficar comigo ele me contava tod a verdade pela qual ele passou para chegar a resposta. E tendo voltado pra casa a seguir 2 dias em que estivemos juntos, voltamos a estar mais 2 vezes e fizemos amor como nunca...

Com muita PAIXÃO... E ele esse fds insistiu mais uma vez, me fez sair da casa de uma amiga sábado a tarde para vir para casa, ele trouxe filme, fizemos o melhor AMOR que já tínhamos experimentado... Jantamos... Vimos o filme.... Dormimos nus, um nos braços do outro! Para no domingo à tarde eu sentir que fomos à rua dar uma volta e apanhar sol.... E ele andava na minha frente ou atrás, não me deu as mãos, me negou um beijo e em 15 min voltamos para casa. Ele nunca fui assim, eu não entendi...  Ele nunca agiu com tanta indiferença na rua, estava preocupado em ser visto. O coloquei na parede e ele me disse que havia voltado para casa. Mas jurou que nada tinha conversado com a mulher, que não fizeram amor, que não ouve beijos sequer... Eu não consegui engolir e lhe perguntei olhando nos olhos, se eles dormiam na mesma cama. E me respondeu, tem dias! Senti que fui apunhalada pelas costas. Ele poderia ter voltado Dra. mas não tinha o direito de partilhar a cama com ela e vir partilhar a cama comigo.... Senti repugna na hora, por toda a intimidade vivida aqui em minha casa pelos cómodos... Com gemidos de prazer intenso e declarações de EU TE AMO olhando nos olhos enquanto ambos éramos um só corpo. Para quem não me via a um mês, voltar para casa depois de 2 dias que esteve comigo e deixar a mulher em casa e passar todo o fds comigo, retornando a casa com a roupa do dia anterior num domingo à noite.... Que falta de respeito para com ela, comigo, com os filhos pequenos. Até agora não acredito que isso me foi acontecer, estou desesperada.... A DOR DE SE SENTIR ENGANADA, TRAÍDA, APUNHALADA pelas costas é MUITO GRANDE.... Como não acreditei que eles nem se falam, como ele disse. Mas dormem no mesmo quarto numa casa de 600 mts quadrados. E porque precisava ter a certeza que eu poderia fazer meu luto, sem ter esperanças. Porque meu medo é fazer esse luto e ele decidir por mim um dia. EU O AMO PROFUNDAMENTE, e não quero perde-lo se existir chance, se for verdade que o amor dele é meu. Se for verdade que ela não o ama e como ele me disse já lhe mandou de volta para o hotel onde ele estava. Diante disso e por não acreditar nele, enviei uma sms a ela, porque ela já sabia de mim. Dizendo que eu precisava saber se ele voltou para casa pelos filhos, se já não existe amor, se não tem uma relação sexual, sentimental e íntima. Se ela o amasse e essa relação existisse, seria porque ele me enganou e diante disso eu iria sair fora porque ela não imaginava o que eu estava sofrendo. E pedi desculpas se eu lhe causei alguma dor. Mas só queria a verdade. Que desde a ultima Páscoa que eles viajaram juntos e lhe digo todos os dias para tentar o casamento em primeiro lugar, só depois dessa resposta ele poderia ter uma resposta para mim. Ele me ligou Dra. me maltratou muito ao telefone, me culpou por ter sofrido tanto na vida, como ele sabe que nunca tive uma vida fácil, uma vida feliz.... Disse que sou mau carácter, porque enviei a ela a SMS, que não sei perder, que meu ódio e meu mau perder me cegam..... Eu sei que não sou má pessoa, que o fiz num ato de desespero porque ele nunca me libertou, não assume uma relação comigo, mas nunca olhou nos meus olhos e disse que não, que acabou. E isso me prende a ele, essa ponta de esperança. Mas eu não tenho vida Dra., meu aniversário é amanhã e eu não tenho com quem comemorar. Não posso fazer um jantar em casa porque não tenho moveis na sala, vivo daquilo que ele me dá. Enquanto ela em casa tem até sala de cinema e 5 empregados. Eu acreditei nesse amor.... Não sei viver sem ele.... A dor é muito grande.... Pior é a ponta de esperança que ele não foi capaz de olhar nos meus olhos e me mandar embora e acredite que eu precisava disso para nunca o procurar. Não sei conviver com essa dor, principalmente com a mágoa, por me sentir enganada. Já pensei em me jogar do 17 andar que moro. Como posso superar? Como consigo que meu orgulho fale mais alto, como ter amor próprio....

Qual a solução? Procurar sair? Conhecer outras pessoas e me deixar envolver para curar essa paixão? Ficar em casa sofrendo a ponto de só pensar besteira? Me refugiar no trabalho? Trabalho que não sei se teria a coragem de voltar a fazê-lo porque sou fiel a ele. Não me vejo indo para cama com ninguém. E ele me conheceu fazendo programa, ganhando 13 mil euros por mês. Nunca fiz um programa com ele, porque o amor foi a primeira vista. Eu perdi Dra. a oportunidade de realizar o sonho da minha vida, ter uma casa própria, porque sou muito romântica e doei para um hospital infantil de câncer 150 mil euros, tudo que com muito suor eu consegui num trabalho difícil, ao qual negligenciei minha intimidade, porque era teatral e nunca me permitia sentir nada naqueles momentos. Só voltei a ser mulher nos braços deles, depois de 2 meses, num processo lento de recuperar cada sensação do meu corpo, de voltar a sentir o toque, fosse nas mãos. Vivemos uma história linda! De muito romance, muita entrega, muita paixão. Hoje eu não tenho nada. Devo dinheiro ao banco, devo uma conta telefónica de 7 mil euros de quando estive fora de Portugal e é tudo roaming de chamadas dele, que ele nunca pagou. Não por falta de dinheiro, porque ele tem varias empresas, VARIAS.... Lojas que ele nem nunca entrou dentro delas. Eu hoje tenho 300€ na conta para fazer compras de supermercado e nada mais. Amanhã não sei..... ESTOU PERDIDA, POR FAVOR, ME DÊ UM CONCELHO....

Resposta: Penso que ele esteja apaixonado por você, mas penso que seja difícil que ele escolha você como a esposa efetiva. Se você quiser, poderá usufruir de algumas vantagens, mas terá de se conforma de ficar em segundo plano, pelo menos por enquanto. Pode ser que um dia…mais tarde ele te assuma. Há muitos homens que tem vida dupla e numa certa altura da vida decidem e saem de casa. Se ainda tem uma ponta de esperança, o melhor é ficar calma, sem cobrar exclusividade e aproveitar o que ele tem para lhe dar: amor, vida confortável, etc, mas quando ele pode e o que quer dar …conhece aquele provérbio: “quem espera sempre alcança”? Se for submissa vai conseguir mais dele do que sendo exigente. Eu sei que não é fácil mas é o preço para conquistá-lo.

Procure agir com muito bom senso, sem impulsividade e esqueça a mulher dele, não fale com ela nunca mais, faça com que ele tenha confiança em si. Você talvez poderá ter muitas vantagens se aceitar o que ele tem para lhe dar.

Se quer conquistá-lo para sempre, tente se controlar ou mande tudo para o ar e recomece vida nova: procure um trabalho digno e dê um novo rumo à sua vida, na sua idade ainda tudo é possível.

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Sexualidade

 

Pergunta: Em primeiro lugar obrigado por existirem. Estou muito angustiada com a minha vida. Casei pela segunda vez há quatro anos, mas praticamente, não tenho vida sexual.

Tenho 39 anos, adoro sexo e sentir-me atraente, sou uma mulher bonita e cuidada, no entanto, o meu marido trata-me como se eu fosse sua irmã. Para piorar tudo, conheci uma pessoa via net por quem me apaixonei.

Não percebo nada do que está a acontecer comigo. Sou uma mulher séria e não quero trair ninguém. Mas quero sentir-me viva, tenho esse direito. Por favor, ajudem-me Paula

Resposta: Cara Paula,

tem o direito de sentir-se viva. Se o seu casamento está assim porque não procura melhorá-lo através de um diálogo franco e aberto com o seu marido para ver o porque dessa falta de interesse? Talvez ele precise de uma ajuda médica, actualmente há muito medicamentos para ajudar o sexo. Não penso que seja melhor para si procurar uma relação virtual, pois o que investirá nela deixará de investir no seu casamento e assim a tendência será piorar ainda mais as coisas.

De qualquer maneira não acho que deva se sentir culpada. O que está a acontecer consigo pode representar uma "fuga" à rotina e uma "distracção", mas "cuidado" Pense bem no rumo que quer dar à sua vida e o que é melhor para a sua felicidade futura.

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Pergunta: Ando com falte de apetite sexual, gostava de saber se há algum medicamento para combater essa falta. Obrigada PS: Sou uma rapariga de 24 anos

Resposta: A falta de apetite sexual é cada vez mais frequente devido ao stress, preocupação com a carreira, problemas do dia a dia e como dizia Freud o homem deve à “sublimação da libido “ o seu desenvolvimento intelectual.

Também pode estar relacionado com uma disfunção hormonal e para isso precisa consultar o seu ginecologista.

Pode ser que seja uma fase passageira e se for assim procure agir com naturalidade e com confiança em si própria até situação se normalizar.

Se não melhorar, há certas atitudes que podem ajudar a reacender a chama do sexo :
Dialogue com o parceiro. Conhecer o desejo e as preferências do outro ajuda a sintonia na cama.
Pratique exercícios físicos que atenuam a tensão e ajudam directamente sobre o organismo liberando endorfinas, que proporcionam uma sensação de euforia e bem estar e aumentam a disposição para o sexo.

Qualidade não é quantidade portanto não se preocupe com padrões de outros casais.

Se nada resultar procure um especialista para ajudá-la.

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Pergunta: Sou casada há 10 anos. Meu marido sofreu acidente grave. Após acidente tratei dele como um bebé durante muito tempo. Perdi o interesse sexual por ele. Não suporto que me toque, no entanto sinto que é o meu maior amigo. Sinto que o amo como a um irmão muito querido, mas perdi o interesse como marido. O que faço?

Resposta: Cara T., procure reaproximar-se do seu marido vendo-o com olhos de esposa em vez de mãe e protectora.
Use a sua criatividade para construir a relação de uma maneira sexualizada e para isso tente usar artifícios sedutores: um jantar à dois, um fim de semana num lugar romântico, uma lingerie mais ousada e procure reconstruir a sua relação sem pensar no passado mas com fé e esperança num futuro à dois.

Ainda pode ler na página
http://www.psico-online.net/psicologia/faltadedesejo.htm   para ter mais ideias.

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Pergunta: Cara Dra., tenho 29 anos, sou casado há dois anos, e a minha mulher tem problemas emocionais que a
levam a ter falta de libido para períodos muito prolongados. As terapias até agora seguidas falharam redondamente por causa da falta, por sua parte, da tal "aliança terapêutica" com os psicoterapeutas. Mas este é apenas o
contexto em que se insere o problema que irei apresentar já a seguir:

Do meu lado, pensava de conseguir aguentar esta situação até resolver isto. Infelizmente, e de forma totalmente inesperada, o que se passa, já há uns meses, é que eu próprio perdi interesse psicofísico pela esfera sexual, isto é, já não tenho erecções, a não ser durante a noite, ou se estimulado (dantes tinha várias erecções espontâneas durante o dia), e mesmo as erecções que tenho, não são fortes e duradouras como costumavam ser!

Vivo a minha jornada desconfortavelmente, com ansia por causa disto. A única coisa que lhe posso acrescentar, é que quando abordo sexualmente a minha mulher, na intimidade, nunca deixo de estar preocupado sobre o que ela pode estar a sentir, se me está a realmente a desejar ou não, etc.

O que se está a passar comigo? Voltarei a ter uma vida (e uma potencia) sexual como dantes??? Acha que posso gerir (e resolver) a situação sozinho, apenas graças a sua orientação, ou preciso urgentemente de encontrar um especialista???

A verdade é que adorava o sexo, enquanto forma mais alta de exprimir reciprocamente amor, e agora estou aterrorizado nesta situação. Preciso muito, muito da sua ajuda!

Muito obrigado

Resposta: Você é muito jovem e bastará não ficar ansioso e com calma e descontracção tudo voltará ao normal.

Confie em si próprio e principalmente goste de si.

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Pergunta: Exmos Drª eu sou homem mas preciso de ajuda,.estou casado a dezasseis anos, a minha vida sexual tem sido até a três anos atrás regular mas desde que os nossos filhos(gémeos)nasceram a nossa vida sexual tornou-se nula, ja fiz de tudo para ela ter relações mas não adianta.Sei que desde que as crianças nasceram eu mudei a minha maneira de ser tanto como ela mudou. Já não sei o que fazer, eu sou homem, além de ainda não ter 40 anos sinto-me jovem e em forma, e sou fiel a ela mas ja não sei o que fazer, isto esta a levar-me a ter uma ideias, tais como a morte o suicídio, etc. preciso de ajuda. Aguardo sua resposta

Resposta: Diz que mudou a sua maneira de ser. Mudou como? Talvez essa mudança é que está a atrapalhar a vossa vida sexual. Tente dialogar com ela assim como fez comigo e procurem juntos uma solução criativa e nova.

É comum haver um arrefecimento do desejo após uma gravidez, devido às mudanças hormonais, acrescidas das mudanças psicológicas relacionadas coma  mas não pode ficar um estado permanente.

Leiam na página para mais ideias: http://www.psico-online.net/psicologia/melhorarsexo.htm Se não melhorar procurem a ajuda de um psicólogo para uma avaliação e orientação precisa.

Entretanto não vale a pena exagerar, vocês são jovens, se amam, tem uma vida pela frente e com calma vão conseguir melhorar a vossa relação.

Procure agir com naturalidade, tranquilidade e sem ansiedade.

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Pergunta: Faço terapia há 3 anos moro nos EUA e faço terapia com um brasileiro , sou gay e ele me disse que também e gay , adoro psicologia e leio muito. Então descrevendo o assunto em que gostaria de ter uma orientação, e que descobrir que sentia um afecto por ele , e nas minhas pesquisas descobrir que nada mas era o fenómeno da transferência descrito por Freud , que estava acontecendo comigo, então contei tudo para o meu psicólogo e ele não disse nada , só me disse que deveríamos discutir mas sobre esse assunto na próxima terapia o qual ele disse que falaria da contra transferência do terapeuta para o paciente. Então quando o vi de novo na terapia perguntei o que ele tinha para me falar a respeito da contratransferência, ele desconversou e ficou nervoso e disse varias histórias que não tinha nada haver com o assunto . Sempre tive consciência de que o carisma que sentia por ele não daria em nada seguindo a teorias de Freud, mas o problema e que eu achava ele sedutor , pois um dia me perguntou como meu ex- namorado me conquistou e depois de eu ter descrito tudo ele repetiu o gesto como se fosse o meu ex-namorado. Sempre fica nervoso comigo e diz que e tímido, também descobrir que ele mente para mim, pois um dia falávamos de um assunto e no outro dia me disse que teve uma reunião com um advogado e que esse sobre o assunto que comentamos anteriormente e me trouxe um montão de informação, quando falava comigo tremia pois estava nervoso pois mentia, na verdade acredito que ele foi atrás das informações que eu precisava e não queria me dizer que ele foi se informar para mim. Também como nunca perguntei nada da sua vida pessoal procurava meios para falar de si próprio, percebo narcisismo e em vez dele ficar em estado neutro , se sente o tal quando eu o elogio, não ultima terapia me disse que rolou um relacionamento sexual entre o terapeuta e o paciente, do tipo que não se pode o paciente tocar o terapeuta e nem o terapeuta tocar o paciente e também não se estender fora dos consultórios.

Resposta: Parece que o afecto com o seu terapeuta está a perturbar a aliança terapêutica e tem que discutir com ele. Não é indicado que aja envolvimento sexual entre terapeuta e paciente mas isso sempre pode acontecer e nesse caso cabe aos dois decidir qual é a melhor atitude a tomar. A terapia não funciona se houver envolvimento sexual com o terapeuta.

Dialogue abertamente com ele sobre os seus sentimentos e se ele for um bom profissional certamente o ajudará a ultrapassar essa fase de enamoramento.

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Pergunta: Dirijo-me a si porque tenho um problema que para as outras pessoas é fácil de ultrapassar, para mim nem por isso.

Tenho 38 anos e ao longo da minha vida adulta fui sempre tendo problemas de relacionamento. O único que tive durou 3 anos, não tendo sido muito benéfico para mim. Acresce ainda que tendo tido uma educação muito severa a sexualidade foi sempre um problema inultrapassável. Algumas tentativas de relação sexual durante o namoro que referi não foram bem sucedidas, pelo que ainda sou virgem!

Tenho boa aparência, não seria por aí, é a minha idade que para mim constitui um problema de aproximação ao sexo oposto. Tenho a sensação que as pessoas esperam que seja uma pessoa experiente, e não sou, por isso, esta
situação enche-me de complexos de inferioridade. Tenho encontrado pessoas, por quem até me tenho apaixonado, no entanto, eu não tenho a experiência esperada e eu fico sem saber como reagir.

Seria muito bom receber um mail seu para poder encontrar um caminho...Agradeço a sua disponibilidade e abertura

Resposta: Precisa procurar viver essa situação com naturalidade e calma e sem ficar apreensiva. Verá que quando chegar a hora e a pessoa certa as coisas acontecerão. O importante é ficar descontraída e deixar-se levar pelas sensações do seu corpo, do seu instinto e dos seus sentimentos.
Procure aumentar a familiaridade com seu corpo: toque-se, olhe-se no espelho e sinta as suas reacções.
Espero ter esclarecido um pouco as suas dúvidas, se precisar volte a me escrever.

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Pergunta: Escrevo-vos na esperança de obter auxilio e esclarecimento, não do ponto de vista psicológico mas do ponto de vista médico. Não sei se o posso esperar, mas se sim, agradecia muito. Tenho 34 anos e nunca tive relações sexuais. Pondero a possibilidade de pontualmente ter encontros com uma prostituta pois é, pelo menos por agora, a única forma que vejo de compensar a falta de contacto feminino que
sinto.
Por razões de sensibilidade não desejo ter propriamente relações sexuais (penetração vaginal ou anal) mas apenas contacto físico, como carícias e beijos.
O que tenho de saber com rigor é: tendo em conta que se trata de uma mulher que se relaciona com muitos homens (embora supostamente o faça com segurança) eu corro algum risco, não havendo penetração (como herpes, etc.)? É seguro que ela me faça sexo oral? E, se sim, usando eu preservativo, ele pode estar colocado tendo eu uma fimose (o prepúcio, estando o pénis erecto não descobre a glande na totalidade)?

Agradeço muito a vossa atenção, pois não sei com quem possa falar e esclarecer-me sobre este assunto, tão importante para mim. Não arranjei coragem para falar ao médico.

Resposta: Se usar preservativo diminuirá os riscos de contrair doenças venéreas. Deve porém consultar um médico o quanto antes para resolver o problema da fimose que vai dificultar ter uma relação sexual satisfatória e sem dor.
Não precisa sentir vergonha, os médicos tratam com sucesso inúmeros casos semelhantes ao seu.

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Pergunta:Tenho um relacionamento sexual com o meu namorado bastante aberto e satisfatório, tendo como base a paixão e cumplicidade que nos une. Há alguns dias, disse-me que tinha uma fantasia relacionada comigo, que era ver e interagir num menage a trois (em que intervinha mais um homem) em que nesse caso, eu seria o centro das atenções. Apesar de ter uma mente aberta, fiquei perplexa e não aceitei muito bem o facto de alguém que se diz apaixonado ver-me com outro homem. Como existir distanciamento em que o emocional está presente? Apenas posso concluir que lhe sou indiferente...O que é certo que a nossa relação foi afectada com esse pormenor porque algo mudou dentro de mim. Talvez com a ajuda de um profissional, consiga entender melhor essa situação e ver numa outra perspectiva.

Resposta: Fantasia é fantasia e fantasiar faz bem, alimenta a cumplicidade e a intimidade entre o casal. Parte do encanto das fantasias é não ser necessário realizá-las e elas poderem ser fruto de uma menta aberta e livre de preconceitos. Provavelmente o sentimento de posse e de amor de seu namorado estão dissociados do prazer sexual mas isso não quer dizer que não gosta de si. Muitos homens e bons maridos têm essa fantasia e nem por isso amam menos as suas companheiras. Não se precipite, procure pensar na sinceridade que demonstrou em confiar-lhe a sua intimidade.

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Pergunta: Bom dia sou casada há um ano há uns meses para cá a minha vontade de fazer sexo diminui muito, e isto me incomoda muito já fiquei duas semanas sem fazer sexo gostaria de saber o que faço para voltar a ter a minha vida
sexual mais activa por que quando namorávamos fazíamos bastante e cada vez eu queria mais e agora não é mais assim meu marido já fez de tudo e não sei mais o que fazer se ele me procurar transamos se não eu não o procuro.
Aguardo um retorno. Obrigada

Resposta: Algumas dicas para aumentar o desejo de fazer sexo

• Controle sua saúde, exames médicos periódicos ajudam a afastar interferências orgânicas, (principalmente as alterações hormonais) para garantir seu prazer de estar bem.
• Descubra e pratique uma actividade física que lhe dê prazer, como uma caminhada diária que além de ajudar a aliviar o stress e a tensão pode ajudar a melhorar o desejo sexual.
• Se houver mágoas ou ressentimentos, procurem conversar e encontrem soluções
• Aprenda a descobrir as sensações que seu corpo pode lhe proporcionar, aprenda a se tocar, a gostar de seu corpo e a perceber e estimular as sensações prazenteiras.
• Aprenda a ousar, procure usar roupas, roupas interiores ou detalhes (pode ser um batom, um novo corte de cabelo) que valorizem sua sensualidade.
• Muitas vezes as pessoas reprimem suas fantasias sexuais com medo de serem imorais, mas no pensamento e na fantasia tudo é permitido, aprenda a estimular o desejo com suas fantasias. Uma leitura erótica e vídeos eróticos podem ajudar a estimular sua fantasia.
• Para sentir-se vontade de fazer sexo é preciso pensar em sexo, isso ajuda a estimular as fantasias sexuais e melhoram o desejo sexual.
• Todo casal deve tomar cuidado para não deserotizar o relacionamento. Reserve um tempo para namorarem, organizem um tempo só para os dois. Sair, passear, jantar juntos e conversar pode ser um estímulo ao desejo.

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Pergunta: Namoro há 3 anos e ainda sou virgem, só que há uns 5 meses começamos a ter uma vida sexual, o problema é que eu não consigo suportar a penetração dói muito, isso já aconteceu mais de 5 vezes. Nunca conseguimos finalizar. Pelos sintomas dizem que pode ser vaginismo pois desde pequena eu tive muita repreensão.

O que eu posso fazer para resolver isso?

Resposta:Pode acontecer uma falta de lubrificação natural o que pode levar a dificuldade na penetração.  Experimente a usar um lubrificante adicional à base de água para que seja compatível com o preservativo, caso o utilizem.

Entretanto se continuar a sentir desconforto ou dor durante a penetração, procure o seu ginecologista para uma avaliação correcta. Se fisicamente estiver tudo bem pode ser realmente um problema de vaginismo e então precisará da ajuda de uma psicóloga.

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Pergunta: Escrevo-lhe porque começo a ficar desesperada e sem saber como lidar com as minhas dúvidas.
Tenho 25 anos e sempre fui uma pessoa com um apetite sexual que considero exagerado. Comecei a masturbar-me com cerca de 11 anos e desde então faço-o todos os dias, por vezes mais que uma vez.
No entanto, só com 21 anos tive o meu primeiro namoro, primeiro beijo e primeira relação sexual. Esse namoro durou pouco menos de 1 ano. Com o meu namorado tinha uma vida sexual muito activa.
Desde que a relação terminou, há 3 anos, nunca mais estive com ninguém. Sinto-me sempre atraída apenas por pessoas que sei, à partida, que vão rejeitar-me, e rejeito os que se mostram minimamente interessados. Ao mesmo tempo não consigo sequer pensar em envolver-me fisicamente com alguém por quem não sinto nada.
Sinto-me extremamente sozinha e a falta de sexo causa-me um sofrimento terrível. Vejo alguma pornografia, passo o tempo a pensar em sexo, sonho que tenho relações sexuais, e com as pessoas amigas acabo sempre a falar disso.

Já não aguento mais e acho que não sou normal. O que devo fazer?

Resposta: O estar muito focada em sexo depende da sua atitude diante da impulsividade para sentir prazer, que pode se transformar em dependência, numa compulsão. Essa atitude a prejudica no sentido que há um gasto de energia desperdiçada em sexo, que poderia ser usada de outras formas mais saudáveis e construtivas. A masturbação é saudável, desde que não se torne uma obsessão. O ideal é manter-se um equilíbrio.

Tente manter um equilíbrio saudável entre a actividade sexual e outras actividades que lhe possam trazer prazer e satisfação. Descubra novos interesses que poderão estar relacionados com o trabalho, ou com a ajuda ao próximo ou com o seu crescimento pessoal e invista em si, o que o psicanalista Sigmund Freud chamou de sublimação.

Se não conseguir sozinha procure a ajuda de uma psicoterapia para se conhecer melhor e a e potencializar seus recursos internos e encarar a vida de forma mais positiva, adoptando cada vez mais comportamentos saudáveis que a possibilite de alcançar as metas e os objectivos que ambiciona na vida.
Aproveite o ano novo para os novos projectos.

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Pergunta: Não estou sabendo o que fazer nem como lidar com a seguinte situação (eu escrevi este desabafo para mim mesma hoje:
Vou começar este dia contando o fato mais triste da minha vida, até o momento:
No domingo, dia 08/11/2009, por volta de 21:30 hrs da noite, em casa, depois que as crianças (C. 5 anos e A.7 meses) dormiam, eu tentei acessar meu email à partir do notebook da Vivo.
Devido à política de segurança da Vivo aplicada ao note, não consegui instalar o aplicativo da Claro para conexão à internet.
Liguei o note do meu marido para tentar utilizá-lo, quando o Windows XP pediu uma senha.
Solicitei que ele logasse para que eu pudesse acessar meus emails e o Orkut. Para minha surpresa total, ele ficou com o semblante super constrangido e se negou a fazer o login, alegando que não gostava que eu usasse o computador dele por que eu sempre pegava vírus através da internet.
Claro que isso não fazia o menor sentido, pois sempre usei meu note e o computador lá de casa e nunca peguei nenhum vírus. Ele é que sempre que usa o computador de casa, pega um vírus que leva, às vezes, uma semana, para ser retirado.
Argumentei tudo isso e não obtive sucesso. Ele continuou resistente a fazer o login e foi para sala assistir Televisão.
Ele me sugeriu a conexão via celular e eu desisti do que ia fazer, diante da minha indignação em não poder usar o note dele.
Comecei a suspeitar que o mesmo continha algo que eu não podia ver. Então, resolvi sentar na frente do note e insistir até que ele logasse para mim.
Ficamos, mais ou menos, 20 minutos neste deixa e não deixa, até que liguei para o Help Desk e questionei sobre como eu poderia fazer para obter o login, alegando que o note era meu e que havia esquecida a senha. O atendente me disse que a senha só poderia ser recadastrada (já que não tinha como recuperá-la, pois isso não havia sido parametrizado pelo Cláudio quando criou seu usuário de acesso) se o Windows fosse reinstalado.
Ao ouvir que o note iria ser levado para laboratório na segunda-feira e o sistema operacional reinstalado, o Cláudio achou por bem logar, pois caso contrário, iria perder uma série de configurações e aplicativos instalados no note.
Logou, alegou invasão de privacidade, disse que isso iria me custar caro e subiu para o quarto.
Claro que diante de tantas suspeitas que já pairavam minha cabeça, iniciei uma investigação em todos os arquivos do note.
Foi quando me deparei com duas pastas cheias de vídeos e fotos de sexo entre homens e travestis, mulheres com mulheres e homens com mulheres.
Fiquei estarrecida ao constatar que o número de vídeos de sexo envolvendo travestis era bem maior que os demais.
Estatística aproximada:
homem x travesti = 106 arquivos
mulher x mulher = 3 arquivos
homem x homem = 1 arquivo
homem x mulher = 8 arquivos
somente travesti = 136 arquivos
Chocada, copiei os vídeos e, sem dizer uma palavra, subi para o quarto, tomei banho e fui dormir. Ele fingia já estar dormindo quando entrei no quarto.
Naquele noite, não dormi direito... é claro.
No dia seguinte, ainda sem saber direito como lidar com aquela situação, procurei agir quase que normal e fui trabalhar, após executar todas as actividades em relação ao café, lanche do meu filho, mamadeira para a minha filha etc.
Passei o dia todo pensando no que tinha visto e ligando fatos que, até então, formam um quebra-cabeças que, segundo ele, não existe:
Peça 1: Um tempo antes de eu engravidar da minha filha, nosso relacionamento sexual já estava frio e inconstante.
Peça 2: Depois que ela nasceu (05/04/2009), só fizemos sexo duas ou três vezes.
Peça 3: Na última vez que fizemos sexo, ele propôs uma posição vista inúmeras vezes nos vídeos encontrados no note.
Peça 4: Há anos, há uma ligação muito forte dele com o S. (seu chefe) que também é frio e desinteressado na sua esposa.
Peça 5: De um tempo para cá, ele não me elogia nem repara em nada que faço esteticamente.
Quebra-cabeça: Meu marido ficou frio comigo ao assumir-se quanto ao gostar de homens também ou por descobrir que tem um fetiche de transar com travestis.
 
Jesus! Que triste constatação!
Jamais pensei, depois de 14 anos juntos, saber de algo deste tipo.
 
Só voltamos a conversar sobre o assunto ontem, quinta-feira, 12/11/2009, quando íamos para o trabalho juntos.
Ele me disse que todos aqueles vídeos tinham algo em comum: pés.
Confidencializou que, desde quando era solteiro, tinha fetiche com pés bonitos e que (para meu estarrecimento completo!!!) admirava pés de travestis também.
 
Meu Deus! O Senhor que tudo vê e tudo sabe, acompanhou exactamente o que ocorreu comigo naquele momento. Perdi o chão. Fiquei sem reacção. Percebi que jamais tinha me preparado para um momento como aquele.
Então...me calei e deixei que ele descrevesse seu problema que, segundo ele, já é uma doença.
Disse que passa horas do dia pensando em pés e que tem fantasias com eles.
Quando já estávamos na porta do meu trabalho, expus minha percepção: não acreditei que tudo tinha relação com pés, pois ao assistir aos vídeos, só vi sexo anal em comum neles. Em muitos ou quase todos, os pés nem apareciam.
Disse a ele que o fetiche por pés femininos é algo super comum e que não via problemas nisso, mas, via MUITO problema em um homem ter tara por pés de travesti.
Não delonguei muito a conversa e fui para o trabalho, depois de ele me pedir ajuda, sem ainda saber como seria essa ajuda.
 
À noite, em casa, voltamos a falar um pouco sobre o assunto e eu me coloquei inteiramente a disposição para ajudá-lo no que for preciso. Dei a ele a tranquilidade de me contar o problema que realmente ele tem, mesmo que isso me doa muito e que nos afaste como marido e mulher.
Eu disse que a função de pais jamais se perderia e que, quando nos casamos, o assumi com suas qualidades e defeitos e que levaria isso até o fim, conforme prometi no altar. Somos muito bons como pais e isso não seria afectado.
Contei da minha desconfiança de que na verdade ele sente vontade ou já experimentou relação sexual com homens ou travestis e ele discordou completamente, dizendo que já me contou toda a verdade.
 
Infelizmente, não consigo acreditar.
Segundo ele, esfriou comigo e não me procura mais porque não dei continuidade ao processo que iniciamos após as dicas do Dr. G. Expliquei a ele que, muitos casais vivem anos com sexo básico e que o fato de não termos sexo oral ou posições mirabolantes na ora da relação, não era suficiente para que ele não usasse do seu instinto masculino e me procura nem que fosse de vez em quando.
Ele me disse que casou achando que este problema do fetiche com pés seria resolvido, mas não conseguiu e parece que o problema só aumentou.
Me pediu um tempo e que voltássemos a conversar sobre isso só na próxima semana.
Quando percebi que aquela conversa não ia levar a lugar nenhum, aceitei e fomos nos deitar. Assistimos televisão e fomos dormir. Nesta noite, como há meses não acontecia, ele dormiu se encostando em mim a noite toda, parecendo buscar segurança e carinho.
 
Essa foi mais uma noite em que dormi muito pouco e acordei fingindo normalidade.
Estava estampado em nossos rostos, quando saímos para o trabalho, que ambos sofriam com a situação: Ele, constrangido e eu com a sensação de estar casada com um bissexual.
No trânsito até o trabalho, chorei muito ao ouvir e cantar a música 'Entra na minha casa...entra na minha vida...mexe com minha estrutura...sara todas as feridas...me ensina a ter santidade...quero amar somente a Ti...porque o Senhor é o meu bem maior...faça um milagre em mim...'.
 
Meu Deus! Se contasse isso a minha mãe, ela jamais acreditaria.
Tenho certeza de que todos, com a visão de que o Cláudio é tão moralista e sério, nunca imaginariam que estávamos passando por este problema.
Estou triste. Muito triste. Às vezes até penso que uma traição não doeria tanto.
Pela manhã, enquanto eu me arrumava para o trabalho e o Cláudio ainda dormia, fiquei olhando para ele e pensando: 'Será mesmo, meu Deus? ‘
Chorei ao ver meus filhos dormindo.

Resposta: A sua é uma situação insólita, onde o equilíbrio foi rompido, o que pode trazer muita tristeza mas onde há um espaço para o diálogo e para o entendimento.

Talvez seu marido sinta somente um fetiche por pés. Em psicologia o fetichismo é uma parafilia. O objecto do fetiche é a representação simbólica de penetração, tem conotação sexual, é um objecto parcial e não representa quem está por trás do objecto. Os fetiches mais comuns na sociedade ocidental são os pés, os sapatos e a roupa íntima. Fantasias fetichistas são comuns, mas não chegam a ser um transtorno a não ser que levem a rituais que sejam tão compulsórios ou inaceitáveis a ponto de interferir com relação sexual e causar angústia no indivíduo. É importante frisar que os fetichistas são pessoas que não causam mal a ninguém e muitas vezes o fetiche pode ser considerado somente uma ''preferência sexual''.

O problema é quando essa é a única forma de prazer ou quando se trata de uma obsessão.
Fale com ele, tente perceber se há algo mais quanto à preferências sexuais e como podem melhor se entender juntos. Procurem uma psicóloga sexual para vos orientar a encontrar um equilíbrio saudável e novas soluções para o vosso relacionamento. Invistam sempre em primeiro lugar na relação e na vossa família.

Confie em si própria e no seu amor por ele

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Pergunta: Gostaria que me orientasse, no sentido de conseguir entender este tipo de atitudes. Namoro há cerca de 4 anos com um homem de 34 anos, agora vim a saber que ele me trai constantemente, com outras mulheres, ou seja, conhece-as, faz o jogo de sedução, acaba com elas na cama e a seguir, quando contactado novamente por essas mesmas mulheres, não quer mais nada com elas, volta a tentar sorte com outra próxima que venha a conhecer.

O que é isto meu Deus ? Nunca pensei que hoje, nesta época eu viesse a viver esta situação, antes de o deixar gostaria pelo menos que alguém entendido em psicologia me explicasse o porquê disto tudo.    

Gostaria que não colocasse a minha morada electrónica na sua resposta

Resposta: Parece que ele sofre da síndrome de Don Juan.
Don Juan é um personagem literário tido como símbolo da libertinagem. Descreve-se o donjuanismo como uma personalidade que necessita seduzir o tempo todo, que aparentemente se enamora da pessoa mas, uma vez conquistada, a abandona.

As pessoas com esse traço não conseguem ficar apegados a uma pessoa determinada, partindo logo em busca de novas conquistas, sem se importar com os sentimentos da outra pessoa.

Ao Don Juan só interessa o instante do prazer e o triunfo sobre sua conquista, quanto mais difícil mais interessante.
Esses indivíduos podem ter significativos sentimentos homossexuais latentes. O Don Juan ao estaria inconscientemente se relacionando com o marido traído, motivo maior de seu prazer.
O narcisismo (traço feminóide) dessas pessoas é uma das características mais marcantes, ao ponto delas amarem muito mais a si mesmas que a qualquer outra pessoa conquistada. Outros autores acham o donjuanismo um excesso do complexo de Édipo, ou fixação na mãe, já que muitos deles não constituem família com nenhuma de suas conquistas e acabam vivendo para sempre com suas mães.

Nos casos mais sérios a inclinação à sedução pode adquirir carácter de verdadeira compulsão, tal como acontece no jogo patológico. De certa forma, a conquista compulsiva do Don Juan serve-lhe para melhorar sua sensação de segurança e auto-estima, entretanto, uma vez possuído o que desejava, já não o deseja mais.

Em alguns casos o Don Juan começa a se desestimular com a conquista, quando percebe que a mulher conquistada já está apaixonada por ele, ou ainda, pode nem haver necessidade do ato sexual a partir do momento em que ele percebe que a mulher aceita e deseja o sexo com ele. Por outro lado, se a mulher é indiferente ou não cede à sua sedução, o Don Juan se torna mais obstinado ainda.

Nesse sentido, ele é sempre muito inconstante, desempenha papéis sociais sempre teatrais e exclusivamente dirigidos à satisfação de suas conquistas, por isso faz sempre o tipo "príncipe encantado", tão cultuado pelo público feminino. Ele tem habilidade em perceber rapidamente os gostos e franquezas de suas vítimas e, é igualmente rápido em atender as mais diversas expectativas. (fonte: Psiqweb psiquiatria geral GJBALLONE)

Não é um muito bom prognostico para si , mas pode sempre haver um engano e ele mudar de atitude.

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Pergunta: Tenho 25 anos e terminei recentemente uma relação que durou mais de 8 anos. Quando o fiz, tinha a certeza de era a melhor decisão, a única até. Agora não estou tão certa. Eu sei que ele me ama. Essa nunca foi uma dúvida e ele sempre demonstrou isso. Já nos conhecemos desde miúdos e éramos muito amigos antes de iniciarmos este namoro.
Desde o inicio, sempre fui muito apaixonada por ele e tinha uma grande admiração pelo homem que ele é. Iniciamos a nossa vida sexual juntos e sempre fomos muito abertos neste campo. Partilhamos os mesmos valores e projectos de vida e temos grande empatia e cumplicidade.

De há uns dois ou três anos para cá, começamos a discutir com muita regularidade. Normalmente eram coisas pequenas e era eu quem iniciava a discussão porque me exalto facilmente. Fazíamos as pazes rapidamente e discussão não tinha grandes consequências. Mas à medida que elas iam acontecendo, comecei a notar um padrão de coisas nele que eram
Incompatíveis com a minha maneira de ser e com a forma como eu o via.

Comecei aí também a perder o desejo sexual que sentia por ele.
No último ano, ambos estamos a passar por fases muito complicadas das nossas vidas a nível profissional e familiar. Eu cobrei dele soluções que ele não teve a vontade de empreender e acabei por não me focar nas soluções para a minha vida. Culpa dos dois, como sempre concorda. Chegado a este ponto em que tudo estava saturado, em que tudo era motivo de discussão, em que já fantasiava com outros homens na minha vida íntima, resolvi terminar a relação. Fizemo-lo com o compromisso de ficarmos amigos, tal como éramos antes. Na verdade, a conversa e o apoio nunca faltou no nosso relacionamento.

Quando tomei esta decisão e falei com ele, senti-me muito calma e até aliviada, pois achava que aquele relacionamento já me aprisionava, já não era isso que queria. Mas não faltou muito tempo para que sentisse uma imensa falta dele, imagino que da sua companhia e da nossa alegria quando estamos juntos...penso em todos os planos de vida que fizemos juntos. São planos que ainda quero concretizar, não sei é se com ele. Penso que é normal sentir esta saudade, estivemos muito tempo juntos e agora sinto-me um pouco só. Contudo, não consigo evitar o pensamento de que talvez um tempo seja tudo o que precisamos, que quando reorganizarmos as nossas vidas, poderemos voltar à relação inicial (sendo aqui a minha falta de desejo por ele o que mais me motiva a não acreditar nisto). Dê-me um conselho, por favor.

Resposta: Se tiveram tempo tão bons juntos é normal que sintam saudades um do outro. Com a distância á facilidade de esquecer os conflitos e só lembrar das coisas boas.

Penso que realmente precisam de dar um tempo, mas talvez mais tempo e talvez terem outras experiencias pelo meio para sentir se realmente querem estar um com o outro ou se a relação embora b se esgotou.

Certamente vai saber resolver e decidir o que fazer e lembre-se que as respostas estão em si.

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Pergunta: Tenho 31 anos, estou separada há 4 anos e tenho um filho com 8 anos.
Quando tinha 18 anos, engravidei e tive de fazer um aborto. Não por vontade, mas porque tinha de ser. Não tinha namorado fixo, nem possibilidades de criar uma criança.
Foi algo que me traumatizou muito. Despedaçou-me o coração e nunca saiu da minha cabeça esse momento.
A partir dessa altura, muita coisa mudou em mim. Comecei a desejar profundamente ter um filho porque achava que só isso poderia preencher o vazio que eu estava a sentir.
Casei me aos 23 anos e tive um bebé, o que me causou muita alegria. Mas o meu casamento era uma desgraça. Estava com uma pessoa que só pensava em sexo e que me tratava muito mal. Denegria-me, deitava-me abaixo. Destruiu a minha auto-estima.
Passados 4 anos separei-me e tem sido muito difícil. Divórcio litigioso, com muitos problemas a nível legal.

O que se passa é que hoje em dia, sou uma pessoa muito instável. Tanto fico triste como alegre demais, tanto penso positivo, com acho q tudo é mau. Estou sempre preocupada com tudo e faço filmes enormes na minha cabeça. Coisas simples, torno-as complicadas. Continuo com uma baixa auto-estima. Deprimo-me com muita facilidade.
Namoro há um ano e meio com um rapaz q adora o meu filho, mas infelizmente é daquelas pessoas que não exprime o q sente. O que ainda piora a minha situação. Vivo sozinha desde q me separei mas gostava de um dia viver com ele. O problema é que por ser tão instável, ás vezes tenho atitudes ridículas e impulsivas. Não confio nele, arranjo discussões sem haver motivo.

Continuo a querer muito mais um filho. Nem sei quantas vezes já achei que estava grávida (e a tomar a pílula). Não estou bem. Eu sei.
Preciso de encontrar o meu equilíbrio. Preciso de alguma ajuda.

Resposta: Essa sua instabilidade gera muita insegurança e vive como se estivesse a correr riscos.

O melhor será procurar ajuda e fazer uma terapia para arrumar o seu pensamento e crenças.
Ao tratar as suas fantasias e filmes que faz na sua cabeça, as suas ideias ficarão mais claras e poderá encontrar o caminho. O primeiro passo é reconhecer que não pode tudo sozinha. Neste momento precisa se escutar e se tratar.
Ao se sentir mais forte e segura poderá melhor avaliar se esse homem é a pessoa com quem quer partilhar a sua vida. O facto de querer um filho não a autoriza a gostar de qualquer pessoa.

Se estiver sozinha quanto mais filhos mais problemas e dificuldades para vencer.

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Pergunta: Estou a viver com o meu namorado já há dois anos e meio, e tudo na nossa relação e perfeito, tirando o sexo. Já a um ano e meio para cá de que nos temos tido problemas, ele disse me de que era virgem antes de me conhecer, e dai não se interessar muito pelo sexo. Não sei o que pensar, porque para mim tem sido muito difícil, eu chego a pensar de que o problema e meu, mas no fundo eu sei que nao e.

Por duas vezes que tentamos ter relações ele não consegue e culpabiliza o preservativo. Em dois meses somos capazes de ter relações uma vez é ridículo já falei com ele mas não chegamos a conclusão nenhuma. Ele e muito carinhoso comigo, está sempre aos abraços e beijos mas não passa daí.
Eu acho de que o amo mas com isto tudo fico confusa.

Somos de culturas diferentes, sou portuguesa e ele e hindu. Não sei o que faca mas isto tudo tem me deixado muito em baixo.
Preciso mesmo de um conselho, estou prestes a chegar ao ponto de desespero.

Resposta: Para além de conversarem os dois, podem ir a uma consulta de psicologia para ajudar a entender o que se passa e a falar sobre os sentimentos.

É bom saber que na tradição hindu, há a pratica do sexo tântrico, onde ensinam que na hora do amor é importante música suave, perfumes, flores, petiscos, tudo à luz de velas e praticam exercícios milenares que prometem ajudar a extrair o máximo de prazer de uma noite de amor.  A ênfase dos rituais e exercícios hindus, muitas vezes não é colocada no orgasmo. Muitas das técnicas tem como objectivo o retardar e até mesmo reter a ejaculação, de modo a intensificar e fazer durar por um tempo indeterminado o êxtase.

No sexo,  a qualidade não depende da quantidade. Espero que encontrem o vosso equilíbrio.  

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Pergunta: Tenho 29 anos e estou com meu namorado há nove meses. Há três meses resolvemos a morar juntos. De uns tempos para cá estou meia sem apetite sexual. Não sei te dizer se é porque ele quer todos os dias, ou se o problema está em mim mesma. Trabalho fora e em casa, talvez possa ser cansaço. Mas quando faço amor com ele me sinto bem, mas no máximo duas vezes na semana. Me ajude! Porque acho que estou doente. Será que tem algum remédio para esse problema. Obrigada. E fica com Deus. Estou aguardando sua ajuda.

Resposta: Não é  que sente falta de apetite, mas parece que se trata de ritmo menos frequente. Converse com ele e encontrem juntos o vosso ritmo sexual, que não precisa necessariamente ser todos os dias, mas quando sentir desejo e  disponibilidade para amar.

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Pergunta: Sou um homem de 32 anos casado há 3 anos com um relacionamento de 7, com um filho de 18 meses lindo k amo mais k tudo na vida.

Sinto-me completamente perdido psicologicamente. Passo a explicar: em certos conflitos dum casal surgem por vezes palavras mais “acesas” e numa dessas ocasiões a minha companheira disse-me que tinha fingido algumas vezes o orgasmo comigo… fiquei destroçado! Embora me tivesse dito que comigo teria fingido, mas que o prazer dela era enorme e que até estar comigo nunca tinha chegado ao orgasmo, com mais nenhum parceiro.

Sou uma pessoa bastante activa e aberta no que diz respeito a sexo e valorizo bastante o prazer da minha companheira, penso que ate se não fosse assim, me culparia mais por o que se está a passar. Valorizo também a verdade no seio do casal e como pessoa em procura dos meus problemas fiz varias pesquisas na net sobre o assunto, dai bastar para perceber que é natural as mulheres fingirem o orgasmo (devido a determinadas circunstancias) mas não encontrei a resposta para saber … e quando o parceiro descobre a verdade???

Desde então não consegui mais ter relações sexuais com ela…nem sei como a vou encarar se isso acontecer…como irei reagir no “meio” do acto??? O que devo fazer para ultrapassar esta situação que tanto me aflige? Talvez esteja a ser imaturo ou devesse então fingir que é algo natural mas não sei o que fazer… em causa está o meu casamento e a felicidade ate do meu filho, ele em particular sofrerá com a distância dos pais.
Agradecia um conselho.

Resposta: Não se preocupe com o facto em si mas preocupe-se em melhorar a vossa relação e isso só poderá ser feita com diálogo e muito amor. Não a culpe por isso, nem se sinta ofendido em seu amor-próprio e nem na sua “performance” mas aproveite o ocorrido para construir e reforçar a vossa relação.

Segundo as pesquisas mais ou menos 70% das mulheres já fingiu ter orgasmo.

Entre as razões que levam as mulheres a fingirem está a dificuldade em atingir o clímax, além do medo de ferir o ego do companheiro e a vergonha em admitir que não chegaram a sentir orgasmo.

O facto de não chegar a sentir orgasmo, provavelmente, a faz se sentir culpada, incompleta, incapaz.

A solução para o problema é muita conversa. Se o sexo não está bom para uma das partes, isso deve ser falado. O outro não consegue adivinhar se o parceiro gosta ou não. Por isso, é importante sinalizar, ajustar os ponteiros, mostrar.

A comunicação é um caminho de duas vias. Os homens devem perguntar abertamente sobre sexo e o que as satisfaz mais. Elas, por outro lado, devem ser mais abertas para expressar o que sentiram e o que querem. Mas a ocasião melhor para o diálogo não é durante o sexo, pois isso pode perturbar o clima e acabar com o momento especial.

Confiança, comunicação, honestidade, amor e óptimo sexo são importantes para manter um casamento estável.

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Sonhos

 

Nudez

Pergunta:Tenho um sonho recorrente que estou sempre exposto a situações corriqueiras (dia a dia, trabalho e etc.) onde me encontro em estado de nudez. Sinto algum constrangimento,
Tento me cobrir (vestir) mas frequentemente tenho dificuldade para isto ou não consigo. O que pode significar isto? Agradeço a ajuda

Resposta:Sonhar que estamos sem roupa remete à dificuldade ou medo em nos expormos. A via do equilíbrio será a mais adequada, procure ser autêntico sem se sentir constrangido.

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Guerras e Lutas

Pergunta: Bom dia, chamo-me Teresa e tenho 23 anos. Ultimamente sinto-me muito perturbada, com pesadelos durante a noite com guerras, lutas e coisas assim deste género. Quando acordo sinto-me muito cansada. E isto incomoda-me muito no meu dia a dia. Como sou uma pessoa cismática, fico a cismar nessas coisas horas e horas. Não sei o que possa originar isso, só sei que muitas vezes me dou a pensar em coisas do passado que me fizeram muito mal e não me consigo desligar disso. E depois choro e choro. Já não sei o que fazer! Obrigada

Resposta:provavelmente essas lutas simbolizam as suas lutas interiores, relacionadas com o seu passado, com algo que a incomoda e que quer eliminar. Procure perdoar quem lhe fez muito mal, as vezes o perdão é uma fonte de cura.
Viva a sua vida, com alegria e naturalidade sempre com pensamento focalizado no presente e com projectos para o futuro. Procure ter uma vida sadia, use a sua criatividade e a sua potencialidade. Tudo isso pode parecer muito difícil mas conseguirá ultrapassar com calma, paciência e serenidade.
Procure sempre ouvir a sua voz interior. É através dela que vai aprender, amadurecer e lhe indicará um caminho de crescimento.
Caso continue a se sentir assim confusa, procure uma psicoterapia para orientá-la, para elaborar e integrar essas más experiências do passada e enfrentar a vida actual com maior desenvoltura, sem bloqueios e culpas do passado.

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Trabalho

 

Pergunta: Eu queria saber qual é a melhor maneira de resolver a ansiedade e também ando com a minha cabeça em muita confusão (eu penso que é falta de ocupação porque estou desempregado já há três anos e ate agora nada) se pudessem dizer alguma coisa agradeceria. Muito OBRIGADO.

Resposta: Certamente o estar desempregado influi no seu estado de humor, na auto-estima e pode gerar ansiedade e insatisfação que poderá levar a variados sintomas psicológicos. O que precisa para começar é não desanimar e procurar com afinco e dedicação um emprego. Com paciência e perseverança e encontrará o seu caminho, se não conseguir sozinho procure uma consulta de psicologia para uma ajuda mais específica.

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Pergunta: Sinto muita ansiedade, tristeza e stress no trabalho. O que fazer?

Resposta: Realmente, o trabalho quando muito stressante pode trazer esses sintomas, mas precisa ter paciência, perseverança e não desanimar. Procure relaxar com alguma distracção gratificante fora do trabalho. Procure outros interesses e dedique-se a outras coisas como: teatro, música, leituras, passeios, desporto, trabalhos manuais, pintura, etc..

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Probemas Familiares

Pergunta: Boa tarde Drª, sou a A. tenho 29 anos, sou casada e tenho uma filha com dois anos e meio, e estou a contactá-la pelo seguinte, sofro há alguns anos de violência doméstica por parte do meu marido, quer física quer psicológica e fui-me indo abaixo, ou seja com o passar dos tempo fui deixando de ter interesse por tudo, não me consigo concentrar no trabalho, só me apetece dormir, parece que tenho um peso em cima da cabeça, tenho muita vontade de comer chocolate ou doces, não tenho vontade de fazer as coisas em casa, apesar de ter que as fazer e estou neste momento sem nenhum apetite sexual, o que faz com que o meus marido ainda me pressione mais acerca deste assunto, pois para ele eu é que o tenho de procurar na cama e todos os dias, como não tenho vontade para tal, mas faço por obrigação ele anda ralha mais comigo porque ou não faço ou faço contra vontade, a única coisa que me dá alegria é a minha filha é com gosto que sempre trato de tudo dela (desde o banho, ao comer até à brincadeira) o resto perdi o interesse, sinto-me vazia e chego a ter pensamentos suicidas, mas penso logo na minha filha e deixo de pensar nisso.

Neste momento, como em Outubro ouve uma situação complicada e eu chamei a policia, ele a partir desse momento nunca mais me tocou, mas a pressão psicológica têm sito tremenda, sobretudo ao nível sexual, o que ainda me faz sentir mais infeliz e inútil, e estamos na eminência da separação (já tenho uma advogada e tudo), só que ele faz pressão comigo por causa da filha, que for preciso que me a tira, ou que fica com ele um dia sim dia não, só que ele nunca tratou dela para nada e eu não fico descansada e às vezes bebe um pouco de álcool, e por isso ando estou a com ele a ver onde isto chega, mas cada dia me sinto pior e ao nível sexual, sou pressionada constantemente.

Gostaria de saber o que me aconselha para eu me sentir melhor.
obrigado

Resposta: Parece que o seu é o caso de stress pós traumático relacionado com a violência doméstica.

A violência doméstica é um problema grave e deve ser firmemente combatida e prevenida através da alteração de atitudes. A sua situação é muito delicada e precisaria de uma orientação para ter a certeza do que quer fazer: se quer mesmo se separar dele ou se quer ficar casada mas de qualquer maneira precisa tratar da sua saúde, para sair desse estado depressivo que se encontra.

O melhor para si seria uma psicoterapia que a ajudasse a perceber qual é o melhor caminho a tomar e ir de encontro à sua saúde psicológica.

Procure o seu médico de família e com ele veja quais as possibilidades de fazer uma psicoterapia aí na sua cidade.

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(responde a psicóloga clínica Mariagrazia Marini)

 

 

 

 

 

 

 

 
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